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Início·O Grupo·Cultura CMA

Cultura CMA.⁠

O propósito que move a companhia, a missão que orienta o dia a dia e a visão de onde queremos chegar — com os valores e os princípios que sustentam cada decisão, do cocho ao contrato.

Propósito · Missão · Visão

O que nos move.⁠

Propósito

Alimentar o mundo de maneira responsável.

Existimos para contribuir para uma cadeia de alimentos mais produtiva, eficiente e sustentável, gerando valor para quem produz, para quem trabalha conosco e para a sociedade.

Missão

Unir tradição e inovação.

Unir tradição e inovação por meio da sustentabilidade, excelência e forte relacionamento com parceiros, clientes e colaboradores, garantindo produtividade e altos padrões de qualidade na cadeia produtiva do agronegócio.

Visão

Ser referência na transformação da pecuária brasileira.

Crescer de forma consistente, conectando produtividade, inovação e sustentabilidade, ampliando nossa contribuição para uma cadeia de alimentos cada vez mais eficiente, responsável e competitiva.

CMA: transformando eficiência em valor para toda a cadeia.
Valores da companhia

No que acreditamos.⁠

Seis valores declarados na cultura interna e na apresentação institucional. Eles não são cartaz de parede: aparecem no manejo, no relatório e na forma de tratar quem chega.

Humanidade

Respeito por quem trabalha, por quem visita e por quem confia o gado à CMA.

Responsabilidade

Cada compromisso assumido tem dono, prazo e prova. Palavra dada é contrato.

Comprometimento

Meta à vista e medição honesta: o resultado do parceiro é o nosso resultado.

Relacionamento

Porteira aberta: o pecuarista entra, olha o cocho e confere o lote quando quiser.

Sustentabilidade

O que sai do confinamento volta para a terra. Nada se perde no Ciclo Monte Alegre.

Qualidade e Excelência

Padrão comprovado por auditoria independente, não por adjetivo em folheto.

Manifesto da marca

Acreditamos que boi bom não nasce por acaso: é terra cuidada, gente que sabe e tempo respeitado.

Conheça a história por trás dessa cultura.

Noventa anos de campo, três gerações e um ciclo que fecha: da citricultura de 1935 ao confinamento certificado de hoje.